Ontem

13 de fevereiro de 2019
1 min read

Ontem vi o Brasil que eu não quero. Na verdade eu vivi o Brasil que não podemos aceitar que exista.
Ao chegar na rua aqui do jornal um funcionário de uma empresa particular coloca um cone na frente do seu carro e diz que eu não posso passar. Pois bem, vi que a rua (que é estreita) estava trancada com um caminhão descarregando ´pavers´ para obras em uma calçada às 15h e 30, mas mesmo assim conseguiria entrar no pátio da minha empresa, pois a entrada era antes de onde o caminhão bloqueava a rua.
O contraventor no meio da rua diz que não posso passar, e continua falando que eu não posso passar, mesmo eu falando que minha empresa ficava ali na frente. O cara insiste no não, não, e, então sigo em frente… O cara me xinga e ainda corre atrás do meu veículo xingando e falando outras coisas que não devo escrever aqui. Daí quando entro no estacionamento da minha empresa e volto para resolver a questão, o infeliz fica quieto, porque as pessoas que trabalham em volta viram o que ele fez.
E daí? Esse é o país que você quer?
A empresa por acaso tem um salvo conduto para impedir o trânsito a hora que quiser e não deixar os outros passarem? Que eu saiba a empresa deveria fazer uma solicitação para a prefeitura e para a PM para fechar uma rua do centro de Porto União por mais de 40 minutos.
Porque não vieram com um caminhão pequeno??? E porque não entendem que as outras pessoas também tem que trabalhar. Aqui no lado tem uma vistoria de automóveis… Quem paga o prejuízo deles por este absurdo. A polícia militar, veio e fez sua parte. Liberou o tráfego. A placa do caminhão eu tenho anotada. O infeliz que acha que pode fazer o que quiser, deveria arrumar outro emprego.

OI, OLHA ISSO!!!

  • Pavers, pavers, sempre cobrei isso do nosso poder público, calçadas padronizadas, e do jeito que está indo estou pensando em representar uma empresa de pavers, porque o troço está dando dinheiro.
  • Tirem os tapumes do parquinho da Praça Coronel Amazonas! Será que não é possível garantir a segurança das crianças colocando os tapumes apenas para isolar a praça e não o acesso pelo calçada?
    A impressão que dá é que os funcionários que estão reformando a Praça fizeram isso para ter um parquinho só deles.

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