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Veja como foi a oficina de empreendedorismo ministrada na Uniguaçu


Além da capacitação dos acadêmicos como facilitadores da gincana, cerca de 75 alunos de escolas públicas e privadas, entre 10 a 18 anos, participaram da atividade

em Porto União e União da Vitória por

Recentemente, o palestrante José Dornelas, referência nacional em empreendedorismo, esteve na Uniguaçu realizando uma oficina. O foco foi empreendedorismo utilizando materiais recicláveis. Participaram da experiência acadêmicos dos diversos cursos da instituição e também alunos do Ensino Médio de colégios de União da Vitória e Porto União. A oficina foi uma parceria entre o Instituto Fazendo Acontecer (IFA) e o Sebrae-PR, que levaram a atividade para duas universidades do Paraná que se destacam pela Educação Empreendedora: a FADEP, de Pato Branco, e a Uniguaçu.

A oficina

A oficina aconteceu durante dois dias, capacitando acadêmicos da Uniguaçu como facilitadores/multiplicadores da ação. Logo após, cerca de 75 alunos dos colégios Túlio de França, São Cristóvão, Cosmos, Santos Anjos, Astolpho Macedo de Souza, Visão e Cid Gonzaga participaram.

Com grupos formados por alunos de 10 a 18 anos, a atividade com materiais recicláveis teve o intuito de expandir os horizontes e introduzir o princípio do empreendedorismo aos adolescentes. O tema da oficina foi moradia.

Solução de um problema ou situação social

No início, Dornelas explicou a situação do país, com suas dificuldades econômicas e políticas, em uma das deficiências estruturais do Brasil é a ausência de moradia. Na introdução, ele explicou que os alunos precisariam construir a moradia ideal para eles, usando produtos recicláveis. Os grupos receberam uma quantia em dinheiro (próprio para a gincana) e tiveram que usar toda a sua criatividade para produzir uma maquete com os produtos reciclados. A atividade ensinou os alunos a fazerem gestão financeira.

Reconhecendo o poder individual

Durante toda a confecção, os acadêmicos que participaram da aplicação do projeto avaliaram a função de cada aluno no grupo. Ao final da dinâmica, ao contrário do que todos esperavam, não houve um vencedor. Cada aluno recebeu um poder de acordo com o seu perfil dentro da atividade. Entre os botons entregues estavam Criatividade, Mão na Massa, Líder e Visionário.

Para José Dornelas, Coordenador do IFA, empoderar os adolescentes com uma oficina simples faz com que eles despertem em si novos horizontes e a criatividade para empreender em seus sonhos. “Estamos plantando uma semente para empoderar esse jovem, para que possamos fazer um Brasil melhor. A gente acredita muito nisso. E esse empoderamento empreendedor é a solução para não só o futuro dessas crianças, mas, também, para o futuro do país”, comenta o palestrante.

Pensando no futuro

“A gente percebe que ao desenvolver uma oficina tão simples, gameficada e inovadora, permite que os mais jovens consigam colocar em prática os seus sonhos. Mais do que ensinar empreendedorismo, estamos falando dos ativos que eles já possuem e, talvez, eles ainda não soubessem. E a partir de então, eles conhecem esses poderes empreendedores, e se tornam muito mais confiantes para vencer os desafios que terão nas suas vidas profissionais daqui uns anos”, acrescenta.

A ideia é que esses alunos voltem em outras oficinas para ganhar outros poderes. A proposta é que cada acadêmico que participou da atividade, multiplique-a 10 vezes, em diversos locais. A ideia é tirar o aluno da zona de conforto, para que ele tenha o desafio de se deslocar do seu ambiente e faça a coleta do material reciclado, e depois de participar da ação, seja empoderado, volte para casa e multiplique a ideia. “Você vê a importância de se fazer o simples”, comenta o professor João Romildo Lisboa, coordenador das ações empreendedoras na Uniguaçu.

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