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Manchetes: plano de demissão e corte de jornada para servidores públicos


Confira as manchetes dos principais jornais do país desta terça-feira

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Confira nas manchetes dos principais jornais do país desta terça-feira, 25:  plano de demissão para servidores públicos e economias no Governo.

Notícias dos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo.

 

O Globo

Manchete: Servidor terá plano para demissão e corte de jornada

O governo vai lançar planos de demissão e redução de jornada voluntárias para os servidores do Executivo federal com o objetivo de cortar ao menos R$ 1 bilhão em despesas com a folha de pagamento por ano. Em meio à grave crise fiscal, a meta é desligar do quadro de pessoal ao menos cinco mil funcionários, no primeiro PDV da União em quase 20 anos. Eles receberão, como incentivo, 1,25 salário por ano trabalhado. A carga horária poderá cair de 40 para 30 ou 20 horas semanais, com redução proporcional dos vencimentos e adicional equivalente a meia hora de expediente. Ainda serão detalhadas as categorias que poderão aderir.

CML ‘não recebeu diretrizes’ do Exército

Os detalhes sobre a mobilização de militares para apoiar ações de segurança no Rio, anunciada como uma das medidas do Plano Nacional de Segurança do governo federal, ainda não foram informados ao Comando Militar do Leste (CML). Perguntado sobre quantos homens ficariam de prontidão para operações com a polícia fluminense, o CML respondeu ontem que, “até o momento, não recebeu as diretrizes” do comando do Exército sobre o plano. Mais uma vítima da violência, a produtora de elenco Maria Luana Diogo, de 34 anos, foi achada morta em casa, em Laranjeiras, com marcas de tortura.

BNDES recua de compra da Cedae

Após avaliar a compra da Cedae para liberar rapidamente R$ 3,5 bilhões e amenizar a crise do Rio, o BNDES voltou atrás e, agora, junto com outros bancos, fará empréstimo ao estado. Governo precisa do dinheiro até setembro.

 

O Estado de S. Paulo

Manchete: Adiamento de reforma da Previdência custará ao menos R$ 18,6 bi

O governo estima que deixará de economizar R$ 18,6 bilhões no curto prazo nas contas do INSS caso a aprovação da reforma da Previdência seja adiada para depois das eleições de 2018. O cálculo – feito pelo Ministério da Fazenda a pedido do Estado – leva em consideração o impacto direto das mudanças nas regras de aposentadorias e pensões previstas no substitutivo da Proposta da Emenda à Constituição (PEC) já aprovado pela comissão especial da reforma na Câmara. O levantamento sobre o “prejuízo” com um eventual adiamento da reforma pressupõe que o próximo presidente teria de aprovar, em seu primeiro ano de mandato, as mudanças previdenciárias. Com isso, o impacto fiscal positivo esperado com a reforma viria somente em 2020. Nesse cenário, deixariam de ser economizados no âmbito do INSS cerca de R$ 4,8 bilhões em 2018 e R$ 13,8 bilhões em 2019, em valores atuais.

Governo quer economizar R$ 1 bi por ano com novo PDV

O governo vai lançar um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para servidores do Executivo. A expectativa é de que ao menos 5 mil participem do programa, o que representaria economia de R$ 1 bilhão por ano. Será oferecido 1,25 salário por ano de trabalho a quem aderir. A medida ainda prevê redução de jornada e licença sem remuneração. O último PDV foi feito no governo Fernando Henrique.

Janot avalia unificar duas denúncias contra Temer

O procurador-geral Rodrigo Janot avalia juntar os crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa em uma única denúncia contra Michel Temer, que deve ser apresentada antes de setembro, quando Janot deixa o cargo. A nova estratégia serviria para reforçar as acusações contra o presidente. A primeira denúncia contra Temer, por corrupção passiva, foi apresentada em 26 de junho.

 

Folha de S. Paulo

Manchete : Temer lança incentivo a demissão de servidor

Na tentativa de cortar gastos, o governo anunciou um programa de demissão voluntária (PDV) com o qual espera reduzir em cerca de R$ 1 bilhão/ano as despesas com a folha de pagamento dos servidores do Executivo. O plano oferecerá também uma opção que não resultará na exoneração, mas na redução da carga horária, com diminuição proporcional do salário. Quem aderir receberá um adicional. Os detalhes serão definidos por uma medida provisória a ser enviada ao Congresso ainda nesta semana. Hoje, os órgãos ligados ao Executivo contam com cerca de 500 mil servidores. O dispêndio anual com salários ê de cerca de R$ 284 bilhões e só perde para o pagamento de aposentadorias (R$ 560 bilhões do Orçamento).

Pressão de usinas pode causar novo aumento no etanol

Produtores de cana-de-açúcar brasileiros pressionam o governo para que eleve as barreiras contra o combustível que vem do exterior. A área econômica ê contra, por temer que isso eleve ainda mais o preço dos combustíveis. Uma reunião hoje decidirá a questão. 

Brecha na Lei da Ficha Limpa pode beneficiar Lula

Se for condenado em segunda instância no caso do tríplex de Guarujá, o ex-presidente Lula pode recorrer para assegurar sua candidatura ao Planalto em 2018. Um dos artigos da Lei da Ficha Limpa diz que os tribunais superiores, a pedido do rêu, podem suspender a inelegibilidade de candidatos já condenados. 

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