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Manchetes: Gasolina sobe 10,2% em 5 dias


Confira as manchetes dos principais jornais do país desta terça-feira

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Confira as manchetes dos principais jornais do país desta terça-feira, 05: Gasolina sobe 10,2% em 5 dias.

Notícias dos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo.

 

O Globo

Manchete : ‘CONTEÚDO GRAVÍSSIMO’
Três meses e meio após a delação premiada da JBS, que levou à abertura de investigação sobre o presidente Temer, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciou ter recebido gravações com “conteúdo gravíssimo” de indícios de omissão de informações sobre crimes que poderão anular benefícios da colaboração. Ele afirmou, porém, que provas já obtidas não serão invalidadas. Na gravação entregue ao MPF pela JBS, Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud “fazem referências indevidas à PGR e ao STF”, segundo Janot, além de levantarem indícios de “conduta criminosa” do ex-procurador Marcello Miller, ex-integrante da Lava-Jato que teria atuado em favor da JBS quando estava na PGR. Janot abriu investigação. O STF poderá manter ou não sigilo da gravação. A defesa de Temer quer acesso ao áudio para decidir se tentará anular provas.

Gasolina sobe 10,2% em 5 dias
A Petrobras autorizou aumento de 3,3%, a partir de hoje, no preço da gasolina nas refinarias. Só em setembro já foram três reajustes, totalizando 10,2%.

Para a ONU, Coreia do Norte virou ameaça global
A Agência Internacional de Energia Atômica, ligada à ONU, declarou ontem que a Coreia do Norte passou de ameaça regional a global, após o teste nuclear de domingo, que o país afirma ter sido de uma bomba de hidrogênio. A Coreia do Sul simulou ataques militares ao Norte e ordenou o deslocamento de todo o seu escudo antibalístico, além de obter dos EUA sinal verde inicial para aumentar a capacidade de seus mísseis. No Conselho de Segurança da ONU, China e Rússia defenderam negociações, enquanto os EUA e seus aliados pediram mais sanções a Pyongyang

O Estado de S. Paulo

Manchete : Janot vê ‘crimes gravíssimos’ da J&F e ameaça cancelar acordo de delação
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinou a abertura de investigação que pode levar à rescisão do acordo de delação premiada de Joesley Batista e mais dois delatores do grupo J&F – os executivos Ricardo Saud e Francisco de Assis Silva. A decisão foi tomada com base no áudio de conversa entre Joesley e Saud entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) em 31 de agosto. A conversa revelaria o que Janot chamou de indícios de “crimes gravíssimos” envolvendo Marcelo Miller, ex-procurador que foi seu auxiliar. “Além disso, há trechos no áudio que indicam a omissão dolosa de crimes praticados pelos colaboradores, terceiros e outras autoridades, envolvendo inclusive o STF”, diz o pedido entregue por Janot ao Supremo. Apesar da ameaça de revisão do acordo de delação, Janot disse que as provas já apresentadas pelos executivos da J&F continuam válidas. A expectativa é de que Janot envie à Corte, ainda nesta semana, uma segunda acusação contra o presidente Michel Temer, por organização criminosa. Para auxiliares de Temer, o pronunciamento de Janot “destrói” a delação de Joesley, que atingiu o presidente, e enfraquece a provável segunda denúncia.

Perda em plano econômico pode ter acordo de R$ 16 bi
O ressarcimento das perdas na poupança durante os planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2, das décadas de 1980 e 1990, deve ficar entre R$ 8 bilhões e R$ 16 bilhões. Hoje, representantes de poupadores e bancos voltam a se reunir para discutir o acordo que encerrará ações que tramitam há quase três décadas na Justiça. A expectativa é de que o acordo seja fechado até o fim deste mês. Se isso ocorrer, os pagamentos poderiam ser iniciados antes do Natal.

Estados cobram R$ 50 bilhões de repasses de fundo
STF julga amanhã ações de quatro Estados que pedem ressarcimentos por perdas no repasse do Fundef, fundo de desenvolvimento do ensino fundamental, atual Fundeb, pela União. Os valores podem chegar a R$ 50 bilhões.

 

Folha de S. Paulo

Manchete : Janot manda rever delação da JBS e ameaça anular acordo
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinou a abertura de investigação que pode levar ao cancelamento da delação premiada de três executivos da J&F, dona da JBS. De acordo com ele, há indícios de omissão de informações sobre crimes. O problema surgiu após a entrega à Procuradoria, na semana passada, de novos áudios feitos pelos delatores. Em conversa de cerca de quatro horas entre Joesley Batista e o ex-diretor da empresa Ricardo Saud, haveria pistas de delitos praticados por agentes da Procuradoria, envolvendo também o Supremo Tribunal Federal. “Áudios com conteúdo gravíssimo foram obtidos na quinta [31]”, disse Janot. As gravações sugeririam conduta “em tese criminosa” do então procurador Marcelo Miller, próximo de Janot, que depois se associou a escritório contratado pela J&F. Se ficar provada qualquer ilicitude, o acordo que deu imunidade penal a Joesley poderá ser anulado. Isso não invalida as provas até então oferecidas, segundo Janot. Temer afirmou que recebeu a decisão “com serenidade”. Seu advogado, Antonio Mariz de Oliveira, defendeu que o procurador deixe de apresentar nova denúncia contra o presidente — esperada para os próximos dias. Para a defesa dos executivos, a interpretação ê precipitada e será esclarecida quando a gravação formais bem examinada.

Marcelo Odebrecht cita pagamentos em espécie a Lula
Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira, disse ao juiz Sergio Moro que o ex-presidente Lula foi beneficiário de pagamentos em espécie feitos pela empresa. Segundo ele, o petista sabia da existência de conta da Odebrecht com seu partido.
Marcelo foi ouvido em ação sobre a compra de terreno para o Instituto Lula. A defesa diz que o delator não citou contrapartidas do ex-presidente em troca do suposto favorecimento. 

Ameaça coreana pode levarJapão a fabricar bomba
O mais recente teste nuclear da Coreia do Norte e a suspeita de que a ditadura de Kim Jong-un vai lançar um novo míssil balístico intercontinental podem fazer com que o vizinho Japão fabrique bomba atômica. Os japoneses possuem matéria-prima e tecnologia para isso — as reservas de plutônio do país armariam possivelmente mil ogivas. Oficialmente, o governo nega a hipótese. 

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