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Manchetes: Esforços para rejeitar votação de denúncia de corrupção passiva contra Temer


Confira as manchetes dos principais jornais do país desta terça-feira

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Confira nas manchetes dos principais jornais do país desta terça-feira, 01: Esforços para rejeitar votação de denúncia de corrupção passiva contra Temer.

Notícias dos jornais O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo.

 

O Globo

Manchete: Temer faz ofensiva para barrar denúncia já amanhã
Depois de distribuir cargos e liberar emendas para parlamentares, o governo decidiu concentrar seus esforços para tentar encerrar amanhã, e rejeitar, a votação da denúncia de corrupção passiva contra o presidente Temer no escândalo da JBS. O Planalto sabe que não tem garantidos os 342 votos para abrir a votação e, por isso, insiste com seus aliados para convocarem até os parlamentares que votarão contra Temer, mas podem garantir o quorum. A estratégia governista é apresentar requerimento para encerrar a discussão quando 257 deputados registrarem presença. Já a oposição se divide sobre como agir amanhã. Cientes de que não têm os votos necessários para aceitar a denúncia e afastar Temer, vão tentar se unir para dificultar a vida do governo e causar o máximo de desgaste ao presidente, mas ontem não chegaram a um acordo. Líderes de PT, PCdoB, Rede, PSOL, PDT e parte do PSB deverão se reunir hoje para traçar um plano comum. 


Exército prepara segunda fase da ação no Rio

Em dia de menos tropas na rua, o ministro Jungmann disse que já está em planejamento a segunda fase da operação militar.

EUA punem ‘ditador’ Maduro
Um dia após a eleição da Constituinte na Venezuela, o governo americano bloqueou bens e ativos do presidente Maduro, chamado de “ditador” pelo secretário do Tesouro. Em Caracas, a oposição começou a recorrer à clandestinidade como estratégia para evitar novas prisões políticas.

 

O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo já trabalha com rombo de até R$ 159 bi
Embora tenha assumido compromisso de que o rombo das contas do governo não ultrapassaria os R$ 139 bilhões em 2017, o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) já admite mudanças na meta fiscal. Segundo informou uma fonte do governo, a revisão terá como limite o rombo do ano passado, de R$ 159,5 bilhões, informa Adriana Fernandes. Meirelles avisou à equipe que tomará a decisão até o dia 31, quando será enviado ao Congresso o projeto de Orçamento do ano que vem. A meta fiscal de 2018, que permite um déficit de até R$ 129 bilhões, também deverá ser revista. A Fazenda avalia que é inviável manter o corte do Orçamento nos níveis atuais (R$ 45 bilhões) por causa do risco de paralisação da máquina administrativa, o que afeta serviços públicos. Com um corte menor, de R$ 39 bilhões, já houve queixas das Polícias Federal e Rodoviária Federal, que alegaram que a restrição orçamentária prejudicou a confecção de passaportes e o patrulhamento nas rodovias.

Aplicações podem perder isenção de IR
Entre as medidas em estudo para reforçar o caixa em 2018 está o fim da isenção para aplicações de pessoas físicas em letras de crédito rural e imobiliário (LCA e LCI). Também podem ser reduzidos benefícios fiscais a exportadores.

Governistas tentam garantir quórum para votação de denúncia
Confiante de que vai barrar a denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara, o governo conversa com deputados de partidos da base que se declaram indecisos e até mesmo favoráveis à denúncia para garantir que a votação seja concluída amanhã no plenário, como previsto.

 

Folha de S. Paulo

Manchete : EUA afirmam que Venezuela vive ditadura sob Maduro
Os EUA declararam nesta segunda-feira (31) que a Venezuela é uma ditadura e aplicaram sanções contra o presidente Nicolás Maduro, a quem acusam de romper a ordem constitucional. A reação ocorre um dia após o chavista promover a eleição de uma Assembleia Nacional Constituinte. Ao cumprir ameaça de punição, o secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, afirmou que a votação “confirma que Maduro é um ditador que despreza a vontade da população venezuelana”. Maduro declarou que não se intimidará com as sanções (como o veto a negócios com americanos) e que tem orgulho de ter sido punido pelo “imperador Donald Trump”. Continua a guerra de versões sobre a votação. Segundo o governo, 41,5% do eleitorado foi às umas. A ex-deputada opositora Maria Corina Machado diz em entrevista à enviada Sylvia Colombo que a consulta “foi uma farsa”. Para ela, o número evidencia a manipulação: “Maduro não teve isso nem quando se elegeu presidente”.

Temer estimula abstenção para barrar denúncia no Congresso
O Palácio do Planalto passou a estimular a presença de deputados contrários ao presidente Michel Temer e a abstenção de indecisos (na hora do voto). O objetivo é garantir quorum na votação da denúncia contra o peemedebista na Câmara nesta quarta (2). O governo planeja redistribuir cargos e pastas. O Supremo só julgará a denúncia contra Temer se 342 dos 513 deputados autorizarem.

Bolsonaro escolhe PEN para lançar seu nome à Presidência
O deputado Jair Bolsonaro decidiu deixar o PSC, vinculado à cúpula da Assembleia de Deus, para disputar a Presidência em 2018 pelo PEN (Partido Ecológico Nacional). A sigla, que promete mudar de nome, tem três deputados federais. Se confirmada, a troca levará cerca de 15 congressistas ao partido e dará influência a Bolsonaro sobre seu comando.

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