Divaldo Franco recebe homenagem em Santa Catarina


Médium recebeu a medalha Zilda Arns do governador do Estado

em Estado SC por

Em reconhecimento pelos projetos sociais que faz, o médium e filantropo Divaldo Pereira Franco recebeu do governador Eduardo Pinho Moreira a medalha Zilda Arns Neumann. A honraria foi entregue durante inauguração da exposição Os Pacificadores na noite desta sexta-feira, 13, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis.

“Divaldo é um homem que prega e pratica a caridade e que através de suas ações e exemplos mostra ao Brasil e ao mundo que é possível, com o esforço de cada um de nós, mudar a realidade. Por isso, o governo catarinense faz essa homenagem justa para alguém que vem a Santa Catarina trazer bons exemplos”, disse o governador.

“Lutar pela paz é o dever de todos nós e sabemos que os poderes constituídos, como a Assembleia Legislativa e o Governo de Santa Catarina, devem criar, preservar e sobretudo fazer da paz, a bandeira da ordem e do progresso”, enfatizou Divaldo Franco.

A Medalha Zilda Arns Neumann homenageia pessoas e instituições que se destacam em trabalhos, ações e projetos sociais relevantes voltados a crianças e adolescentes. Foi criada pelo decreto nº 952, de 8 de maio de 2012, e é entregue pelo chefe do Executivo.

Na cerimônia de entrega, Pinho Moreira destacou a importância do papel desempenhado pela catarinense Zilda Arns, dedicada a caridade e a fazer o bem. “Ela é uma das brasileiras mais importantes da história.  Por meio de sua profissão promoveu cuidado a crianças e idosos. Com seu trabalho tivemos uma diminuição da mortalidade infantil no nosso país. Essa medalha significa uma homenagem a pessoas que se dedicam a promover o bem e a paz”.

O HOMENAGEADO

Nasceu em 5 de maio de 1927, em Feira de Santana, Bahia, se comunicando com os Espíritos desde a infância. É professor e reconhecido como um dos maiores médiuns e oradores espíritas da atualidade, além de ser o maior divulgador da Doutrina Espírita por todo o Mundo.

A exposição Os Pacificadores é resultado da parceria entre a Federação Espírita Brasileira (FEB) e a Federação Espírita Catarinense (FEC) que elucida e traz a reflexão sobre a responsabilidade de cada cidadão como construtor da paz. Entre as personalidades lembradas nesta exposição estão: Gandhi, Martin Luther King Jr, Nelson Mandela, Albert Schweitzer, Madre Tereza, Chico Xavier e Divaldo Franco. A mostra estará aberta até 27 de abril

 

A exposição

A Galeria de Arte Ernesto Meyer Filho, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, traz a partir desta sexta-feira a exposição “Os pacificadores”, mostra que enaltece os nomes de sete personalidades que entraram para a História por suas ações em defesa da construção da paz e da igualdade racial e social no mundo.

 

A exposição foi produzida por meio de uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira (FEB) e a Federação Espírita Catarinense (FEC). Gandhi, Martin Luther King Jr, Nelson Mandela, Albert Schweitzer, Madre Tereza, Chico Xavier e Divaldo Franco são os protagonistas da mostra, composta pelas biografias, imagens e frases marcantes de cada um dos personagens.

Para a FEC, os sete nomes são “apóstolos da paz universal, que usaram da inteligência e brandura como arma para lutar pelos direitos de seus povos, elevaram suas existências compartilhando o ideal de irmandade e união entre a humanidade”.

A exposição está aberta para visitação diariamente, exceto aos finais de semana, até o dia 27 de abril, das 10h às 19h, na Galeria de Arte Ernesto Meyer Filho.

 

Os Pacificadores

No decorrer da história vemos diversos exemplos de pessoas que se dedicaram à paz. Independente do país, cultura e religião estas personalidades cravaram a sua participação na história por representar o permanente sonho de construção de um mundo melhor. Sendo considerados bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus (Mateus 5:9).

Francisco Cândido Xavier

O brasileiro Chico Xavier foi eleito como o maior brasileiro de todos os tempos, em eleição promovida pelo SBT. Premiação que refletiu sua trajetória de humildade e trabalho em prol da caridade. Psicografou cerca de 450 livros, vendendo mais de 50 milhões de exemplares. Todos os direitos autorais foram cedidos para instituições de caridade. É uma das personalidades nacionais reconhecido pelo altruísmo.

 

Divaldo Franco

Praticamente toda uma vida dedicada à divulgação espírita e ao auxílio a famílias carentes de Salvador. Nasceu em 5 de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, Bahia, se comunicando com os Espíritos desde a infância. É reconhecido como um dos maiores médiuns e oradores Espíritas da atualidade e o maior divulgador da Doutrina Espírita por todo o Mundo.

 

Mahatma Gandhi

Nascido em 2 de outubro de 1869 na Índia, Mohandas Karamchand Gandhi inspirou diversas gerações pelo mundo por defender o ativismo por meio da não violência. Liderou o Movimento pela Independência da Índia.

 

Martin Luther King

Filho de pastores protestantes, Martin Luther King Jr. foi pastor e ativista político. É reconhecido por ser um dos maiores destaques entre os líderes do movimento dos civis e negros dos Estados Unidos, organizando campanha de não violência e respeito ao próximo.

 

Nelson Mandela

Ele é símbolo da luta contra o sistema de discriminação instaurado pelo Apartheid na África do Sul, e pela atuação em causas humanitárias. Nas palavras de Ali AbdessalamTreki, presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Nelson Rolihlahla Mandela é “um dos maiores líderes morais e políticos de nosso tempo”.

 

Albert Schweitzer

Albert Schweitzer nasceu em 14 de janeiro de 1875 na província de Kaysersberg (na época pertencia a Alemanha, mas hoje fica localizada na França). Formou-se em teologia e filosofia, como músico ficou conhecido como um dos melhores intérpretes de Bach. Chegou a trabalhar em importantes universidades europeias. No ano de 1905 iniciou o curso de medicina. Seis anos depois, já casado, mudou com a esposa para Lambaréné, no Gabão, local que tinha necessidade de médicos. Durante a 1ª Guerra Mundial os Schweitzers foram prisioneiros de guerra e ficaram em um campo de concentração. Com o fim da Grande Guerra eles retomam aos trabalhos realizando conferências para levantar fundos necessários para retomar os trabalhos na África. Após sete anos eles retornam para Lambaréné com mais médicos e enfermeiros para ajudar. Em 1952 Albert Schweitzer foi laureado com o Prêmio Nobel da Paz. Morreu em 4 de setembro de 1965.

 

Madre Teresa

Madre Teresa de Calcutá, fundadora das Missionárias da Caridade e vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, teve uma vida dedicada aos mais pobres e em defesa da paz. Beatificada pela igreja católica em 2003 e canonizada em 2016. Muitas universidades lhe conferiram o título “Honoris Causa”. E em 1980, recebe a ordem “DistinguishedPublic Service Award” nos EUA.