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A nova forma de amor e casamento


em Jaime Folle por

Nos últimos anos minha equipe tem pesquisado muito sobre o conflito de gerações, nossas palestras têm feito muitas reflexões em função das orientações sobre o avanço da tecnologia e as profundas alterações do mundo moderno, antigos e tradicionais hábitos estão deixando de fazer parte da rotina das novas gerações em sua forma de amar.

Estas mudanças foram constatadas recentemente numa pesquisa feita pelo Jornal do Brasil.  Atualmente são raros os jovens que usam relógio, substituído pelo celular, com suas múltiplas funções e conectividade. Andar de carro também parece não estar entre as preferências deles, que usam como argumento principalmente os constantes engarrafamentos. Ler jornais impressos também não está entre os hábitos dos jovens, que se informam pela internet, principalmente nas redes sociais. Televisão e suas programações tradicionais também estão cada vez mais sendo deixadas de lado. Eles preferem baixar programas e ver séries nos quais ele controla a frequência, a hora e o dia em que serão assistidos.

Como é a visão atual sobre o casamento formal? “O título [casamento] não é uma coisa tão necessária hoje em dia”, esta foi a resposta de 87% dos pesquisados. Responderam que o casamento como uma instituição tem uma base muito religiosa, então hoje em dia as fronteiras estão se diluindo. O casamento é um conceito muito mais amplo que antigamente, não é mais aquela coisa de que duas pessoas vão a uma igreja, bem formal, mas duas pessoas que sejam do mesmo sexo ou sexo diferente, que moram junto, até quem morte os separe. Hoje em dia o juramento dura até que o primeiro problema aparece, daí ambos se separam numa boa e cada um segue o seu destino. Isso também constata o aumento do ateísmo e os agnósticos entre os jovens menos de 30 anos.

As gerações Y e Z, (18 a 30 anos) querem apenas ser feliz, independentemente da necessidade de um casamento formal ou não, de ter responsabilidade ou não, isso pode ser muito perigoso, seria o grande desmonte da família tradicional.

A pesquisa também mostrou uma grande divisão entre os jovens com relação a união afetiva homo ou hétero a grande maioria não se importa, porém não concordam com o excesso de divulgação da mídia. O que há de mais comum em tudo isso, é que ainda os jovens acreditam no amor entre duas pessoas de sexo diferente, isto é: o casamento entre um homem e uma mulher. Esse valor ainda não caiu e é o que o que permeou a opinião da grande maioria dos jovens pesquisados.

Até a próxima.

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